quarta-feira, 15 de junho de 2011

5 anos

Há 5 anos nasceu a luz da minha vida.

Amo-te muito, filho.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Aniversário

E foi com este bolinho feito por mim que comemorámos o aniversário do T.
Este ano teve direito a convidar os colegas da turma ( e mais alguns...), e assim juntaram-se vinte e tal miúdos para uma tarde de brincadeira memorável. Tiveram direito a uma tenda no jardim, jogos tradicionais, música e muita brincadeira. O T. ficou muito feliz com a presença dos amigos e já está a planear a festa do próximo ano!

Apesar do trabalho que temos com as festas, aquelas carinhas sorridentes e felizes, compensam todo o esforço.

Venham mais aniversários para festejar!


sábado, 14 de maio de 2011

8 anos...

Há 8 anos por esta hora, fui-me deitar, não me passando sequer pela cabeça que dali a 6 horas já te teria nos braços...

E agora, és já um menino crescido, que aos poucos me vai largando o colo. Queria-te sempre assim, juntinho a mim, mas o tempo passa por nós a uma velocidade assustadora!

Parabéns filho.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Pêlos Púbicos

No banho com o Grande:

Pequeno: oh pai, quando eu for grande, também vou ter pêlos na pilinha como tu?
Grande: sim, vais.
Pequeno: mas eu não quero. Tenho uma ideia, emprestas-me o corta relvas para eu os cortar?

Faz hoje ...

... 3 meses que te perdemos.
Temos muitas saudades tuas.
Fazes-nos muita falta.
Estamos todos muito tristes.

Hoje na missa, o Pequeno, perguntou o que estávamos lá a fazer, eu disse-lhe que fomos lá por causa da Inês; voltou a perguntar: para ela cair do céu?

Quem me dera que ela caísse do céu e voltasse para junto de nós. Era bom que fosse assim.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Bebés

O Pequeno quer mais um bebé na família (para mim já chega, já fiz o meu papel no mundo em termos de contributo para a natalidade). Esta semana estávamos com a A., que tem 3 meses e é filha da minha prima, e a miúda não paráva de sorrir para o pequeno. Ele estava encantado e queria, decididamente, ficar com ela. Não percebia porque a A. não podia ser a mana dele. Tentei explicar-lhe que a A. era filha da L. e do P., e que ela veio da barriga da L., não da minha, por isso não podia ser mana dele. Ele diz-me o seguinte:
"Oh mãe, como tu estás com uma barriga um bocadinho gorda, podias dizer ao médico para pôr aí uma pessoa".

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Sósia

A professora do Pequeno arranjou uns bichinhos da seda para substituir o porquinho da índia (aquele que morreu na minha casa, lembram-se? que mau). Explicou como faziam os casulos com fios de seda, para se tornarem borboletas. Além disso estiveram a ver um filme do processo de fabrico dos tecidos e de tecelagem. No filme aparecem umas operárias de fabrico e naquele momento um dos colegas diz que aquela senhora parece a mãe do E. (Pequeno). A professora explica que aquilo é um filme tirado da internet e que aquela senhora não é a mãe do E.. O Pequeno vira-se para a professora e diz "é a minha mãe", a professora responde "a tua mãe trabalha num escritório, não trabalha numa fábrica" e ele insiste " é a minha mãe, claro que é a minha mãe". A professora não insiste mais, não valia a pena. Mas por que raio não me confundem com a Angelina Jolie?!, não percebo ....

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Uma história sem final feliz





Às 11 horas da noite do dia 4 de Fevereiro de 2011, vão duas miúdas de 22 e 23 anos num carro a caminho de Pombal e são abalroadas por um Mercedes CLK, desgovernado, que vai direitinho a elas. Eram 11 horas e 30 minutos a minha irmã recebe uma chamada de uma pessoa que passou no acidente e conhecia a minha irmã e o meu cunhado...

- sabes de alguma coisa?
- sei o quê?
- a tua filha não ía num Polo preto a caminho de Pombal?
- sim. Saíu daqui há uma hora.
- ela teve um acidente.

Imediatamente, ligaram para ela e nada, ligaram para amiga e nada. Desespero. Foram para os bombeiros para que eles contactassem com a corporação da zona e soubessem notícias. Tudo se confirmou eram elas. A Inês foi a primeira a ser desencarcerada e foi no INEM para o hospital. A A. foi a segunda a ser desencarcerada e também seguiu para o hospital, felizmente só com uma perna muito partida e o psicológico ainda pior. O condutor do outro carro com ferimentos menos graves foi o último a seguir para o hospital. A minha irmã, o meu cunhado, as minhas 2 sobrinhas e o namorado da Inês, seguiram para o hospital de Leiria, onde aguardaram notícias. Ela entrou com um traumatismo craniano grave, costelas partidas, pernas partidas, nariz e maxilar partido. As notícias eram cada vez piores. Até que chamaram os familiares dela e a pior notícia das nossas vidas chegou. A Inês não resistiu aos ferimentos. Eram 3 horas e 27 minutos.


Às 3 horas e 30 minutos, recebo uma chamada e ouço uma vez desesperada:
"A Inês teve uma acidente e morreu."

Nunca mais na minha vida vou esquecer aquela frase.
Já vos tinha falado da Inês e de todas as qualidades de uma rapariga, que teria feito 24 anos no dia 26 de Março, mas nunca vos tinha explicado as circunstâncias em que a perdemos.

Todos os dias choramos a morte da Inês.
Todos os dias sentimos a sua falta.
Todos os dias damos mais valor à vida.

Um conselho amigo: se beberem não conduzam, podem fazer quem algúem perca alguém e isso custa muito.

Ladrões

Na passada 6ª feira fui a casa do meu irmão com o Pequeno. Não estava ninguém.

Pequeno: a porta está fechada.
Eu: se eles não estão cá, a porta tem de estar fechada, senão vêm cá os ladrões. Pequeno: os senhores maus?
Eu: sim. Uma vez vieram cá uns ladrões e assaltaram a casa, por isso eles têm de fechar muito bem a casa.
Pequeno: e o que levaram?
Eu: jóias (para não dizer ouro).
Pequeno: para quê?
Eu: para venderem e ganharem dinheiro.
Pequeno: ganhar dinheiro não é mau.
Eu: é mau se as coisas não forem nossas.

De volta para casa, o Pequeno tirou uma cana do chão e eu disse-lhe:
- olha que o dono das canas está ali à frente e está a ver.
Ele respondeu: roubar canas não é mau e eu também não vou vendê-las.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Cuecas

No Carnaval, fui passar 3 dias à Serra da Estrela. Como habitualmente, a minha elaboração da minha mala e a dos miúdos fica por minha conta. A do Grande ele é que a faz, naturalmente. Apesar de eu fazer 3 malas, a do Grande é sempre a última a ficar pronta. Desta vez, como eram poucos dias, partilhamos a mesma mala, pelo que a minha malinha da roupa interior, cremes, desodorizante, perfume e produtos de higiene, ficou de lado para que quando ele fechasse a mala, a lá colocasse. Já estávamos em Seia, quando, por acaso, me lembrei da malinha e lhe perguntei se ele a tinha posto na mala, ao que ele responde "qual malinha". Estava tudo dito! Eu tinha ido de férias e não tinha cuecas, para não falar das outras coisas. Lindo! Fomos a Gouveia e lá fui eu direitinha à primeira loja de roupa interior. Pedi à senhora que me mostrasse cuecas. Ela mostrou e eu imediatamente, fiquei de boca aberta, com o tamanho do cuecão que a mulher me mostrou. Eu digo-lhe "não tem nada mais pequeno?", ela responde "sim, claro que tenho" e mostra-me mais, mais e mais cuecas enormes. Bem, que horror!! Entretanto entra uma cliente que ao ver a minha cara, diz-me em surdina "vá à loja X, ao lado do café Y, que têm cuecas mais pequenas". Eu agradeci e lá fui eu. Que fixe, a loja tinha coisas muito giras, apetecia trazer tudo. Boa dica. O resto dos produtos, lá me orientei no supermercado e com umas amostras de perfume que guardo sempre na mala. Um conselho, não partlhem a mala com os maridos, senão arriscam-se a estas aventuras.