Desejamos a todos os nossos visitantes um Feliz Natal, cheio de coisas boas.
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Orgãos genitais
É um título um pouco esquisito, é verdade, mas depois de eu vos contar as novas do Pequeno, vão perceber.
Ontem à noite disse-me que queria fazer xixi. Antes ia sozinho, agora só quer ir acompanhado (deve ser pela novidade da mana), mas tudo bem, mesmo porque eu também queria ir.
Quando me sentei na sanita e ele no penico, disse-me o seguinte:
Ele: Oh mãe, para fazeres xixi não precisas de te sentar.
Eu: Eu tenho um "pipi" por isso tenho de me sentar.
Ele: Tens de arranjar uma "piloca"!!
Ontem à noite disse-me que queria fazer xixi. Antes ia sozinho, agora só quer ir acompanhado (deve ser pela novidade da mana), mas tudo bem, mesmo porque eu também queria ir.
Quando me sentei na sanita e ele no penico, disse-me o seguinte:
Ele: Oh mãe, para fazeres xixi não precisas de te sentar.
Eu: Eu tenho um "pipi" por isso tenho de me sentar.
Ele: Tens de arranjar uma "piloca"!!
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Confusões do pequeno
O Pai e a mola
Na passada 6ª feira, após ter estado um pouco na brincadeira com a pequena S., o pai resolve ir ao ginásio. Quando lá chegou começou a receber diversos elogios (ah, ah, ah) por parte das pessoas que lá estavam: " Mas que jeitoso que ele vem hoje! ".
Levou a mão à cabeça e detectou-a; a mola cor de rosa com que a filha o tinha estado a enfeitar!
Resultado, pouco depois, ida ao barbeiro para se certificar que o cabelo ficava sem comprimento suficiente para suportar mais humilhações deste género. Muito macho.
Eu agora só estou ansiosa por ver o resultado de uma caixa de maquilhagem, que já sei que ela vai receber no Natal ( não é oferecida por mim ). Já estou a ver o pai colado ao computador, abstraido do mundo exterior, e a pequena S. a fazer-lhe uma maquilhagem digna de uma top model. Eh, eh...
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Coisas da S.
sábado, 19 de dezembro de 2009
Anúncio
Já aqui falei dos nervos que o anúncio do Pingo Doce me provoca.
Desde ontem, que andamos a ouvir o Pequeno a cantar: "Pingo Doce, venha cá"!
Desde ontem, que andamos a ouvir o Pequeno a cantar: "Pingo Doce, venha cá"!
Explicações do Pequeno
No verão o Pequeno esteve na praia com a avó. A minha sogra tinha uma amiga que fez umas pantufas para ele e para a Pequena, lá na praia. Quando o Pequeno chegou a casa mostrou-me as pantufas e explicou como é que a amiga da avó as tinha feito:
"a sra. fez as pantufas com dois pauzinhos e um fio"!
Ontem foi com o pai a uma loja e deram-lhe um calendário de parede, daqueles grandes (por acaso não era daqueles que normalmente estão pendurados nas oficinas de carro, tinha uns animais... eheh). Ao falar comigo, disse-me:
"o pai vai pôr um pauzinho na parede com o martelo dele e nós penduramos isto".
"a sra. fez as pantufas com dois pauzinhos e um fio"!
Ontem foi com o pai a uma loja e deram-lhe um calendário de parede, daqueles grandes (por acaso não era daqueles que normalmente estão pendurados nas oficinas de carro, tinha uns animais... eheh). Ao falar comigo, disse-me:
"o pai vai pôr um pauzinho na parede com o martelo dele e nós penduramos isto".
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Coisas do Pequeno
Vila Natal Óbidos
Na passada 3ª feira fui com o Pequeno a Óbidos ver o Natal. Escolhi um dia óptimo, uma vez que estava muito calmo, sem as habituais filas intermináveis, que nos permitiu andar descansados.
O Pequeno está a viver este Natal de uma forma especial, tudo o que se relaciona com o Natal para ele é mágico, até o mais pequeno Pai Natal.
Para quem conhece Óbidos, até chegarmos à entrada da Vila Natal, vamos na rua principal, onde há uma exposição de árvores de natal, as casas estão enfeitadas, há um presépio com figuras enormes, todas as lojas, cafés e tascas têm barraquinhas com ginja e chocolate quente, em copos de chocolate, muito giro!
Numa das barraquinhas estava um rapaz a servir ginja e o pequeno, já em espírito natalício, pergunta "este sr. é um duende?" eheh...
Já dentro do recinto o Pequeno gostou especialmente do carrossel (por ser grátis andou imensas vezes). Também gostou da rampa dos trenós, mas não podia andar, porque era para maiores de 6 anos. Esteve ao colo do Pai Natal, em casa dele, um pouco envergonhado, mas lá foi. Resumindo ele adorou e eu como mãe fiquei radiante por ter lhe ter proporcionado este momento especial e de grande alegria.
Vejam algumas fotos.



O Pequeno está a viver este Natal de uma forma especial, tudo o que se relaciona com o Natal para ele é mágico, até o mais pequeno Pai Natal.
Para quem conhece Óbidos, até chegarmos à entrada da Vila Natal, vamos na rua principal, onde há uma exposição de árvores de natal, as casas estão enfeitadas, há um presépio com figuras enormes, todas as lojas, cafés e tascas têm barraquinhas com ginja e chocolate quente, em copos de chocolate, muito giro!
Numa das barraquinhas estava um rapaz a servir ginja e o pequeno, já em espírito natalício, pergunta "este sr. é um duende?" eheh...
Já dentro do recinto o Pequeno gostou especialmente do carrossel (por ser grátis andou imensas vezes). Também gostou da rampa dos trenós, mas não podia andar, porque era para maiores de 6 anos. Esteve ao colo do Pai Natal, em casa dele, um pouco envergonhado, mas lá foi. Resumindo ele adorou e eu como mãe fiquei radiante por ter lhe ter proporcionado este momento especial e de grande alegria.
Vejam algumas fotos.
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Natal
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Diagnóstico
Não sei porquê à medida que se vai aproximando a próxima 3ª feira o meu nervoso miúdinho também está a aumentar. O T. vai ter uma das consultas dele em Sta. Maria e vamos também saber o resultado das análises que fez da última vez. Não é uma situação inédita estar sempre à espera de resultados de qualquer coisa quando lá vamos, e é para isso que vamos, para tentar descobrir o que é que o pequeno tem realmente. No entanto desde a consulta em que me deram o diagnóstico da DGC algo mudou para mim. Para já foi um choque porque eu não estava preparada para ouvir que o meu filho ( com então 5 anos) tinha uma doença crónica rara, para a qual não existia cura que se podia manifestar com os mais horrendos cenários, para a qual só receitavam uma terapeutica profiláctica e em último recurso a hipótese de um transplante de medula.
Eu estava preparada para saber o que ele tinha e saber qual o tratamento para o curar. Não estava preparada para perceber que o meu filho podia não resistir a uma qualquer infecção mais grave.
E após alguns dias de intensa amargura, de devorar tudo o que encontrava sobre a doença, de entrar em contacto com um dos poucos portugueses que a tem porque tinha de conhecer um caso real, queria muito entender como era o dia a dia destas pessoas, queria muito saber qual a esperança de vida. Porque queria antecipar o futuro do meu filho.
Depois percebi que não queria saber mais, sabia o básico (já bastante), sabia os procedimentos que devia ter e cuidados a tomar. Fora isso tratá-lo como a outra criança qualquer. A minha avidez de informação estava a mostrar-me as situações mais horriveis que podiam acontecer e eu decidi que ia viver o presente e aproveitá-lo o mais possível.
A partir desse meu conformismo, as coisas até começaram a correr bem. A quantidade de medicamentos profiláticos que ele tomava impediram as inúmeras infecções que ele costumava ter, ganhou peso ( até demais) e andava bem. E isso para mim era o mais importante.
Até que mais ou menos um ano depois e após 2 estudos genéticos os médicos nos chamaram e cautelosamente nos disseram que afinal o T. não padecia daquela doença. Fizeram novas análises para ver se era outra do mesmo foro e estas mais uma vez vieram negativas.
Não sei descrever o que é que senti com esta notícia. Alegria claro, mas ao mesmo tempo muita apreensão, porque afinal tinha tido aquele diagnóstico como certo durante um ano. O passo seguinte foi parar toda a medicação para ver o que acontecia durante o verão, nós e os médicos esperançosos que os sintomas se eclipsássem por si mesmos. Tal não aconteceu. As infecções voltaram em força, e os antibióticos começaram novamente a ser tomados uns atrás dos outros. Agora no início do Inverno voltámos à estaca zero. O T. tem alguma coisa, desconhecida por enquanto, voltamos a fazer todo o estudo, a despistar inúmeras doenças, tem agora a vantagem de ter retomado a profilaxia de um medicamento que lhe faz bem. Porque lhe repõe defesas que ele sózinho não adquire.
E agora cada consulta pode ter uma sentença nova, desconhecida. E é isso que me assusta.
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Doenças do T.
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Visita de Estudo - Parte II
E lá chegou ele todo eufórico do passeio quase às 19h. E tinha visto um coche magnifico, aquele em que o Rei tinha morrido, viu os buracos das balas e tudo, e viu um livro de metal no Museu da Presidência, e as palavras atropelavam-se, e a gaivota ( para mim devia ser um pombo) que lhe comeu um pouco da alface da sandes de carne assada, e mãe ainda tens mais daquela carne para me fazeres uma sandes igual para o jantar, e vi o teatro do Corcunda de Notre Dame, mas olha mãe a história era um pouco diferente da do livro. E vi um filme com uns óculos especiais, parece que estava lá dentro....
Uma delícia!
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Coisas do T.
Visita de estudo
Se há dias maus para os miúdos fazerem uma visita de estudo é este em que as temperaturas rondam os 4/5 graus. Ainda por cima com direito a piquenique na rua. Coitado do T. e dos colegas. Espero que não hajam repercussões!
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Escola do T.
sábado, 12 de dezembro de 2009
Que tipo de mãe você é
Respondendo ao desafio da Grilinha vou tentar caracterizar-me como mãe.
A mãe que eu gostava de ser:
Uma mãe presente, que conseguisse incutir aos seus filhos valores que se estão a perder assustadoramente nestas gerações mais novas, como a amizade, fazer o bem aos outros sem esperar contrapartidas, serem felizes com o que têm sem estarem sempre à espera de mais, honestidade, bondade, confiança e autoestima.
Uma mãe que os educásse para serem um grande homem e uma grande mulher no futuro, íntegros e bem sucedidos.
Uma mãe com quem eles se sentissem à vontade para contar com ela para tudo, que os orientásse quando eles se sentissem perdidos, que lhes permitisse ter uma visão realista do que se passa à sua volta, que os ajudásse em tudo o que não conseguissem fazer sózinhos.
Uma mãe companheira, divertida e brincalhona.
Uma mãe que os ajude a ser autónomos e fazerem acertadamente as suas escolhas e opções sózinhos.
Uma mãe amada.
Uma mãe sempre respeitada.
A mãe que eu sou:
Sou uma mãe que ama incondicionalmente os filhos e sei que o sentimento é recíproco.
Sou uma mãe presente. Sou muito protectora com o mais velho e menos protectora com a mais nova, mas acho eu porque as circunstâncias da vida assim o quiseram.
Sou uma mãe que lhes incute bastante o gosto pela leitura, que brinca com eles, embora reconheça que passei tempo de qualidade a brincar com o T. que não consigo passar com a S., porque inevitávelmente tenho que dividir ou partilhar o tempo com os dois.
Gosto de lhes alimentar o mundo do imaginário e da fantasia porque são crianças mas também não lhes oculto as duras realidades que nos rodeiam. Empenho-me para que eles saibam que no mundo existe fome, pobreza e doença e que em tudo o que está ao nosso alcance devemos ajudar.
Não impulsiono o consumismo desenfreado e tento transmitir-lhes que a riqueza está na nossa cabeça e na alma, não em sinais exteriores. Tento que dêem valor ao que têm e sejam felizes assim.
Sou amiga deles.
Ensino-os a partilhar.
Não sei se tenho a calma e a serenidade que às vezes vejo espelhada noutras mães.
Sou permissiva demais em determinadas atitudes.
Mas sou a mãe que têm...
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ser mãe
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