No outro dia falei dos coleguinhas do Pequeno e tratei-os por "cachopos" - palavra nada ofensiva, eu até estava a contar ao Grande como tinha sido com os amiguinhos do Pequeno quando lhes fui mostrar a Pequena. A reacção dele foi:
"Os meus amigos não são cachopos"!
Toma e embrulha!
E já agora a visita da Pequena à escolinha foi um sucesso, todos se atropelavam para ver o bebé. Foi muito giro. O Pequeno até cresceu de alegria e orgulho.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Pai Natal
No Sábado fui ao supermercado com o Pequeno. Estava lá um Pai Natal (boneco) com uma roupa prateada. Ele não parava de olhar para o boneco e intrigado, perguntava-me "que roupa é esta do Pai Natal? Este boneco é o Pai Natal?"
Que mania, andarem a confundir os putos, a roupa do Pai Natal é vermelha, sempre foi!!
Que mania, andarem a confundir os putos, a roupa do Pai Natal é vermelha, sempre foi!!
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Natal
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Estou contente
Cheguei agora da farmácia, onde me lembrei de me pesar ... estou com o mesmo peso que tinha antes de engravidar. Claro que ainda tenho de perder alguns quilitos, uma vez que não são cá precisos, mas após uma gravidez, ficar com o mesmo peso é muito bom.
Pensado bem, hoje foi tudo ao peso, eu peso menos, a Pequena pesa mais, tudo boas notícias.
Pensado bem, hoje foi tudo ao peso, eu peso menos, a Pequena pesa mais, tudo boas notícias.
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Peso
Coisas que me distraem
Esta tarde chegou lá ao escritório da empresa onde trabalho uma senhora. Esperou por ali no meu gabinete que a pessoa com quem ia ter se despachásse de uma reunião que estava a ter.
A dada altura levantei-me da secretária e quando passei ao lado da janela despertou-me a atenção ver um carro com os 4 piscas ligados a andar para trás desgovernado sem condutor lá dentro, parando do outro lado do acesso num terreno descampado.
- Aquele carro é seu? - perguntei à senhora.
- Sim, é novo - respondeu-me ela invocando o seu sorriso mais aberto.
- Se calhar deixou-o destravado. - (eu).
- Hã?- (cara assustada)
- É que está ali no meio da terra. - ( eu).
A senhora desata a correr ( e com razão) e o carro saíu da terra sem ter sofrido um arranhão.
Isto lembra-me uma vez em que me aconteceu o mesmo com o meu carro mais ou menos no mesmo sítio. A única diferença é que na altura não me deu tanta vontade de rir!
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Cenas cómicas
18 dias da Pequena
Hoje fui ao peso com a Pequena. Já pesa 4.030 kgs.
Está a evoluir muito bem, estou muito contente, quer dizer que a maminha é boa.
Na quarta-feira passada fui à pediatra com ela, 1ª consulta. Ela está óptima e gordinha.
As malditas cólicas já estão a começar (o irmão sofreu tanto com elas, coitadito), espero que passem depressa. Tendo em conta a experiência, já bebo a bendita água "Evian", vamos esperar que a ajude nesta fase complicada. Apesar disso, continua a dormir muito bem, o que me permite descansar. A minha filha é um amor.
Está a evoluir muito bem, estou muito contente, quer dizer que a maminha é boa.
Na quarta-feira passada fui à pediatra com ela, 1ª consulta. Ela está óptima e gordinha.
As malditas cólicas já estão a começar (o irmão sofreu tanto com elas, coitadito), espero que passem depressa. Tendo em conta a experiência, já bebo a bendita água "Evian", vamos esperar que a ajude nesta fase complicada. Apesar disso, continua a dormir muito bem, o que me permite descansar. A minha filha é um amor.
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Pequena
Conversas do Pequeno
Agora com dois filhos, o deitar é mais complicado, por isso eu deito a Pequena e o Grande deita o Pequeno. Após a leitura da história e de beber o leite, o Pequeno às vezes adormece o pai e vem ter comigo. Uma destas noites, já na minha cama, tive de fazer um jogo com ele - o do silêncio - porque aquilo de estar na minha cama, comigo e com a mana, é muito fixe, e ele não se cala. Por causa disso, eu digo-lhe que ele tem de ir para a cama dele. Começamos o jogo, ele cumpriu as regras, a Pequena é que não (já começaram as cólicas). Ela não parava de chorar, e ele diz-me o seguinte:
" Oh mãe, diz-lhe se ela não se calar, que o mano vai-se embora."
É engraçado que ele quando quer falar com ela dá sempre o recado por mim, como se ela me entendesse melhor a mim do que a ele.
" Oh mãe, diz-lhe se ela não se calar, que o mano vai-se embora."
É engraçado que ele quando quer falar com ela dá sempre o recado por mim, como se ela me entendesse melhor a mim do que a ele.
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Pequeno
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Missas
Iniciado nos preâmbulos da catequese o T. inicia também as idas à missa. Filho de pais que não têm muita vocação para rezar é no entanto neto de avós bastante crentes. Por isso no Domingo foi à missa só com o avô uma vez que a avó por ter sofrido uma intervenção cirurgica recentemente não os pôde acompanhar. Quando regressou perguntei-lhe como é que tinha corrido a missa. Respondeu-me:
- Correu bem. Olha até encontrei uma professora minha do ATL, que também trabalha lá na missa!
( Risos interiores da minha parte)
- Então trabalha lá a fazer o quê?
- A ler aquele livro, sabes? ( Ai se a catequista percebesse o conceito que ele tem da missa começava a dar-lhe aulas particulares!)
Já a pequena S. foi a casa da avó ( que é ao lado da nossa) numa altura em que a avó assistia à missa na televisão. Quando a avó lhe perguntou se queria ficar a ver a missa com ela respondeu-lhe: " não, eu já vi isso amanhã!" e virou costas e saíu. Esta sai à mãe, eh eh....
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coisas dos pequenos,
Missas
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Pequena
Ainda não falei aqui da minha Pequena. O tempo entre a mama e as fraldas não é muito.
No fim-de-semana de 14 e 15 de Novembro, fomos os 3 passar uns belos (2 dias) à Nazaré. O Grande mal saiu de casa, mas eu e o Pequeno, andamos e desandamos. Eu já com 39 semanas de gravidez, pensei que tinha de aproveitar aqueles dias para gozar bem o meu Pequeno, antes que a cegonha chegasse com a Pequena. Foram 2 dias cheios de brincadeira, muito bem preenchidos.
No Domingo à noite, no regresso a casa, depois de carregar as malas à chuva e correr para não nos molharmos, comecei a ter umas dorzinhas, daquelas que vêm dos rins. Cheguei a casa e elas não paravam. Pensei, vou já fazer a mala do Pequeno, que ia ficar em casa da minha irmã nos dias de internamento. As dores continuaram, com intervalos cada vez menores. Fui deitar o Pequeno a pensar que se descansasse as dores paravam. Enquanto lhe lia a história, senti uma contracção mais forte e bás!, rebentaram as águas. Estava lida a sentença - hospital Bissaya Barreto, a Pequena estava a chegar.
Coitadito do meu Pequeno, ficou um pouco assustado com aquilo tudo, durante a noite, perguntou ao pai se a mana já tinha nascido, umas 10 vezes.
Como o Grande não podia conduzir, quem me levou ao hospital foi o meu irmão. Com medo que a miúda nascesse pelo caminho foi a voar.
Quando lá cheguei, fui vista pelo médico, que me disse que estava muito atrasado, só lá pela manhã é que poderia haver novidades. Enquanto isso, as dores iam aumentando, sem que eu dilatasse, nada que se visse. Por volta das 3 horas da manhã, já eu implorava pela invenção do século - a epidural. Ok, lá levei a epidural, e fiquei muitoooo melhor. Por já ter tido o Pequeno de cesariana, pelo motivo de não dilatar, e perante a pouca evolução da dilatação, os médicos, decidiram fazer cesariana, já depois do almoço. Estava passada e farta daquilo. A Pequena nasceu às 15.35h.
Quando a vi, um pouco roxa, achei-a muito parecida com o irmão. Também ela se calou com a minha voz. Linda, com um cabelo de fazer inveja a qualquer careca. Já dava para pôr molinhas. Pesava 3.520 Kgs.
Além de parecida com o irmão, fisicamente, é muito calminha e dorme muito bem. Só chora quando tem fome. É um amor de bebé.
Pensei, ser difícil amar mais alguém como amo o Pequeno, mas a experiência de um segundo filho, faz-nos ver que no nosso coração cabem todos.
No fim-de-semana de 14 e 15 de Novembro, fomos os 3 passar uns belos (2 dias) à Nazaré. O Grande mal saiu de casa, mas eu e o Pequeno, andamos e desandamos. Eu já com 39 semanas de gravidez, pensei que tinha de aproveitar aqueles dias para gozar bem o meu Pequeno, antes que a cegonha chegasse com a Pequena. Foram 2 dias cheios de brincadeira, muito bem preenchidos.
No Domingo à noite, no regresso a casa, depois de carregar as malas à chuva e correr para não nos molharmos, comecei a ter umas dorzinhas, daquelas que vêm dos rins. Cheguei a casa e elas não paravam. Pensei, vou já fazer a mala do Pequeno, que ia ficar em casa da minha irmã nos dias de internamento. As dores continuaram, com intervalos cada vez menores. Fui deitar o Pequeno a pensar que se descansasse as dores paravam. Enquanto lhe lia a história, senti uma contracção mais forte e bás!, rebentaram as águas. Estava lida a sentença - hospital Bissaya Barreto, a Pequena estava a chegar.
Coitadito do meu Pequeno, ficou um pouco assustado com aquilo tudo, durante a noite, perguntou ao pai se a mana já tinha nascido, umas 10 vezes.
Como o Grande não podia conduzir, quem me levou ao hospital foi o meu irmão. Com medo que a miúda nascesse pelo caminho foi a voar.
Quando lá cheguei, fui vista pelo médico, que me disse que estava muito atrasado, só lá pela manhã é que poderia haver novidades. Enquanto isso, as dores iam aumentando, sem que eu dilatasse, nada que se visse. Por volta das 3 horas da manhã, já eu implorava pela invenção do século - a epidural. Ok, lá levei a epidural, e fiquei muitoooo melhor. Por já ter tido o Pequeno de cesariana, pelo motivo de não dilatar, e perante a pouca evolução da dilatação, os médicos, decidiram fazer cesariana, já depois do almoço. Estava passada e farta daquilo. A Pequena nasceu às 15.35h.
Quando a vi, um pouco roxa, achei-a muito parecida com o irmão. Também ela se calou com a minha voz. Linda, com um cabelo de fazer inveja a qualquer careca. Já dava para pôr molinhas. Pesava 3.520 Kgs.
Além de parecida com o irmão, fisicamente, é muito calminha e dorme muito bem. Só chora quando tem fome. É um amor de bebé.
Pensei, ser difícil amar mais alguém como amo o Pequeno, mas a experiência de um segundo filho, faz-nos ver que no nosso coração cabem todos.
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Pequena
Centro de Saúde
No quinto dia de vida da minha Pequena, fui ao Centro de Saúde fazer o chamado Teste do Pézinho. Por coincidência, foi o dia de aniversário do Grande e ficamos o dia todos juntos, ou seja, nem o Pequeno foi à escola. Então lá fomos nós, em família, ao Centro de Saúde. Assim que entramos na sala onde atendem as crianças, o Pequeno pôs os olhinhos em cima de um dinossauro que lá estava, já a pensar levá-lo para casa. Como aquilo de furar o pé de um bebé recém-nascido impressiona qualquer um, a enfermeira, pediu ao pai que saísse e levasse o Pequeno para ele não ver. Claro que o Pequeno só aceitou sair se levasse o dito dinossauro. Tudo bem, desde que depois o devolvesse. Lá foram eles espairecer. Enquanto isso, a Pequena fez o teste e a mim mudaram-me o penso da cesariana, que é feito noutra sala de tratamento. O Grande e o Pequeno, quando vêm, vão à minha procura e principalmente à procura da enfermeira para devolver o dinossauro. Quando chegam à sala de tratamento, batem à porta, ninguém responde. Perante isto, ele pergunta a um simpático senhor, se está lá alguém, o sr. responde, com o feitio à português, habitual cliente dos centros de saúde:
- Não está ninguém e mesmo se estivesse eu e estas duas pessoas atrás de mim, estão à sua frente.
O Grande responde:
- O sr. também está para entregar dinossauros?
Eu não conseguia parar de tanto rir (com a costura da cesariana não foi fácil).
- Não está ninguém e mesmo se estivesse eu e estas duas pessoas atrás de mim, estão à sua frente.
O Grande responde:
- O sr. também está para entregar dinossauros?
Eu não conseguia parar de tanto rir (com a costura da cesariana não foi fácil).
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Mau feitio
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
E ainda outra coisinha...
Desta vez sobre a professora de Inglês do T.
Então não é que esta senhora teima em gratificar os miúdos pelo bom comportamento com uma carimbadela de uma cara verde sorridente, sabem onde? Precisamente na ponta do nariz.
Ai que fofinho, diriam alguns.
No primeiro dia ainda teve a sua graça, mas com a continuação perdeu-a completamente. Porque se pensam que é fácil fazer desaparecer aquela tinta verde do nariz estão muito enganados. Mesmo a esfregar até deixar o nariz quase esfolado. Nem com álcool!
Espero que ele se continue a portar bem senão é capaz de ser presenteado com um carimbo a vermelho na ponta do nariz a dizer " CENSURADO ".
Esta senhora não deve ter filhos, ou então não é ela que lhes dá banho.
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carimbos,
Coisas do T.
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