segunda-feira, 16 de novembro de 2009
E aguardamos...
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Consulta de maternidade
Estas consultas, agora semanais, já incluem o CTG. A avaliar pela experiência com o Pequeno, ainda terei de esperar, pelo menos até às 40 semanas, uma vez que os putos parecem sair ao pai e à mãe, são calões como tudo.
Se a Pequena com 33 semanas tinha um peso previsto de 2.700 Kgs, não sei como poderão os médicos pensar em eu ter um parto normal ... chiça!! O Pequeno foi de cesariana, e pela experiência, seja bem vinda!
Está tudo bem com ela e comigo, terei de esperar, ansiosamente, até que ela ou os médicos queiram que ela nasça.
Eu fui à consulta com o meu pai, uma vez que o Grande ainda está impróprio para andar de carro. Coitado do homem, apanha valentes secas à minha espera e ainda se questiona como a minha mãe teve 5 filhos e não precisou nada disto.
É normal, nestas consultas que os maridos acompanhem as esposas.
Há muitas diferenças entre as consultas num hospital público ou num privado. No hospital público temos uma série de procedimentos que fazem parte da consulta, ou seja, quando chegamos temos de tirar senha e aguardar que nos chamem para irem buscar o nosso processo. Depois, aguardamos que as enfermeiras nos chamem para fazer o xixi no boião (às filas da casa de banho são enormes). Entramos para o gabinete das enfermeiras onde nos medem a tensão, pesam, analisam a urina e dão-nos dicas sobre a gravidez e o bebé. Se não tivermos de fazer ecografia, análises ou ctg, aguardamos pela consulta com a nossa médica. Uma árdua e paciente tarefa.
Por acaso, na última consulta, parti-me a rir, porque estava lá uma grávida que devia ter tudo e mais um par de botas para fazer naquele dia. Coitada, eu só a via correr de um lado para o outro. O "jeitoso" do marido dela, nunca se levantou da cadeira e estava sempre a perguntar "então, falta muito?" e bufava!!
Mas para que raio, vai aquele gajo fazer ali, ainda a stressar a rapariga? Ele é que merecia ter o bebé de parto normal, já agora com uns forceps e ficar todo cozido até ao rabo.
Rebuçados
Pequeno: se eu comer muitos rebuçados, fico muito grande e forte.
Eu: Não, filho! Se beberes leitinho, se comeres carne, peixe e legumes, ficas grande e forte. Se comeres rebuçados ficas gordo e sem dentes.
Pequeno: Sem dentes como o avô?
Eu: Sim.
Ele solta uma valente gargalhada, a transmitir-me que percebeu a ideia.
domingo, 8 de novembro de 2009
Sons corporais e afins...
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Hoje o meu Pequeno ...
Há duas semanas houve uma mudança de professora (a professora que ele adorava e que já estava com ele desde o ano passado concorreu para o público e entrou - desejo-se muita sorte e só lhe tenho a agradecer o carinho que sempre deu ao meu menino).
A adaptação à nova professora não foi fácil, chegou mesmo ao ponto de se estender no chão a fazer birra. Eu e o Grande tivemos uma conversa "séria" com ele e prometeu não fazer novamente. Estava a correr muito bem, mesmo porque eu até acho que ele gosta da professora nova, até hoje. Não percebo o que se passou, hoje acordou muito chato e cheio de birrinhas parvas, que me custam aturar logo de manhã.
Eu estou a gostar muito da nova professora. Ela estava a receber outros meninos e mesmo assim arranjou uma estratégia para convencer o Pequeno a ficar na escola. Disse-me para entrar na sala e mostrar aos outros meninos a minha "big" barriga e pediu ao Pequeno que dissesse o nome da mana. Perante isto os outros miúdos estavam de boca aberta a ouvir e muito interessados em analisar a minha barriga, com a promessa que eu iria lá mostrar o bebé quando nascesse.
Achei muito giro a ideia da professora.
O Pequeno, ainda assim, queria vir comigo. Só ficou convencido quando a professora lhe disse que iam fazer desenhos para dar à Pequena.
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Perfume
Pequeno: posso cheirar o teu perfume?
Eu: Podes. Cheira a tampinha.
Pequeno: Oh mãe, cheira a ti!
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Os Maridos/ Namorados
O que eu quero salientar neste assunto "os maridos" é que há muito poucas mulheres que não façam queixa deles, essencialmente por causa das lides domésticas e filhos. Queixas diárias e rotineiras que já fazem parte da conversa com as amigas. Estas conversas às vezes dão para rir, para chorar e até para subir paredes. Tudo verdades ... ehhehe !!! Coisas normais de mulheres, penso eu!!
Há quem tenha mais razões para queixas do que outras, como é óbvio. Outras que se queixam de coisas mais graves do que apenas as lides domésticas, mas aí já entramos em campos mais complexos.
Resumindo, os queixumes fazem parte da personalidade de uma mulher. Nem todos(as) concordarão comigo, mas não acho que a frase "nunca estão satisfeitas" seja uma grande mentira. Com estes pequenos apontamentos que lhes fazemos, não quer dizer que não vivamos satisfeitas e não sejamos felizes com os nossos mais que tudo. Eles também terão as suas queixas em relação a nós, como homens não se devem abrir tanto. São estas situações que fazem as relações.
Hoje lembrei-me de falar neste assunto, porque tenho duas amigas que são exactamente o contrário de mim e das mulheres com quem normalmente converso, sobre "eles"(uma delas até conversou comigo ontem, e fiquei com a sensação estranha de ouvir falar de uma pessoa que não conhecia, não poderia ser a mema pessoa que desistiu de casar um mês antes da data, que a abandonou na gravidez por ela ter engordado, etc...). Estas duas amigas só têm coisas boas a dizer dos seus "gajos". Não há uma queixinha, nem uma sequer. Dá para desconfiar ... hum...
Não quero dizer com isto que eles não existam, mas por coincidência ou não, o que sei destes, noutros aspectos não me agrada em nada. Não quero parecer invejosa, mas não gosto de surpresas e coisas mal explicadas. E mais me faz confusão, quando essas mulheres-super-hiper-mega-felizes sentem a necessidade de o dizer em voz alta e vezes sem conta.
Irritação II
Agora vou falar de uma coisa, ou melhor pessoa, que me irrita profundamente, começando pela voz e acabando no conteúdo dos comentários. A Sic transmite os jogos da UEFA ou Taça da UEFA, nem sei bem como se chama. Agora introduziram um comentador novo, que já tem uma rubrica ao Domingo à noite (que para mim já chegava e sobrava) - o Sr. Rui Santos. Não posso com ele. Só está bem a dizer mal. Se por acaso uma determinada equipa está a ganhar, ele não valoriza a equipa ganhadora, mas desvaloriza a equipa perdedora. Nem o consigo ouvir.
Eu sou "apanhada pela bola", ou seja, adoro futebol e principalmente o meu Benfica. Sou a mais nova da família e sempre acompanhei o meu pai aos jogos de futebol e mais tarde iniciei o gosto no meu Grande.
Quando contei ao meu pai que namorava com o Grande, tive de o avisar que ele tinha o cabelo comprido, ao que o meu pai respondeu, perguntando: "Ele é do Benfica?", eu respondi: "Sim", o meu pai: "ah ok, o cabelo corta-se". Só para verem como o Benfica é muito importante lá por casa.
E os louros vão para...
Ora bem, recuando no tempo e se bem me lembro fui eu que ao chegar a casa depois do trabalho tive a preocupação de ir descascar, lavar e pôr a cozer os legumes para a dita sopa. E porquê? Porque a seguir tinha reunião de atendimento da professora do T. onde estive 2 horas. E porque estas coisas normalmente me cabem a mim.
Por isso fiquei indignada. Lá que o gajo traga mais dinheiro para casa do que eu, tudo bem; Que tenha alguns dias de trabalho mais exaustivos do que os meus, ainda vá! Que não perceba nada de lavar roupa (é porque não quer). Agora ficar com os louros do fabrico da sopa lá de casa, àh isso é que não. Era o que faltava!!!
E isto vem provar o quê? Que os homens passam completamente ao lado das tarefas domésticas ( se puderem claro ) e quando fazem qualquer coisa sentem necessidade de se vangloriar por isso. Olhem se nós mulheres nos fossemos gabar das 99% das vezes que temos de nos fazer à cozinha!
P.S. Peço abstenção de comentários conjugais!